3 de abr. de 2014
Poesia: Chama Descontrolada
C h a m a D e s c o n t r o l a d a
Do fácil acender da chama,
O difícil é apagar o incêndio.
Por isso não venha com medo,
Porque não vou te poupar.
Vou envolver-te na trama,
Deste chegar de calor ardente,
Como certo comburente
Para seu fogo alimentar.
Sou este homem,
que pouco a pouco
como fogo se consome.
Jorge Jacinto da Silva Jr
11 de mar. de 2014
Cativa-me...
Cativa-me
Mas se tu me cativas...
Não teremos a necessidade um do outro.
E neste desprendimento está,
O início do verdadeiro Amor.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
27 de fev. de 2014
Poesia: Caminho Reto
Caminho Reto
Somente dois são os pontos certos.
A partida e o momento de chegada.
Recordações fazem parte do trajeto,
Mas disso tudo não se leva nada.
Nem tão pouco esta pesada bagagem.
O cansaço não me prevalece nem um
instante.
Meus objetivos são concretos e sou
persistente.
A justiça que procuro é a
capacidade consoante,
Em dar ao outro o que merece de
forma competente.
E nisso, não há tempo para
contemplar a paisagem.
Não se pode deixar que cresça a
esperança
Muito maior do que a gente perceba
o perigo.
É esta inteligência simples e
verdadeira
A qual interliga todos os seres
vivos.
Por isso, não fique a sabotar seus
sonhos.
Garanto unívoco, que dos caminhos
para se trilhar,
Não importa o que aconteça e quanto
evoluímos,
São nos obstáculos para se
ultrapassar
Que encontramos os ombros dos
verdadeiros amigos,
E neste descansar que assim me
recomponho.
Vejo, que aprendemos com isso muito
mais
Na humildade de nosso silêncio
inocente
Às palavras sem rumo de cunhos
fatais.
Fúteis devem ser ignoradas de forma
consciente.
Pois, o certo sempre será o
caminhar reto.
Jorge Jacinto da Silva Jr
25 de fev. de 2014
Poesia: Barco de Papel
Barco
de Papel
Vou
Ao
Porto seguro
Dos
braços do meu Amor
Um
balançar de marola onde a gente namora
Maduro,
navego buscando em você o farol para me guiar na escuridão
Sem
bússola para orientar algumas vezes vou navegando contente
Sempre
consciente por saber onde parar para descansar
Navego
o mundo em mim e assim vivo
Jorge Jacinto da Silva Jr.
12 de fev. de 2014
Poesia: A Nova Era...
A Nova Era
Não
espera a hora.
Começa na transformação
Começa na transformação
de
nossa mente em coração.
Algo
que transcende vivo
de
dentro para fora.
Todavia,
sobrepõe
o entendimento da razão.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
29 de jan. de 2014
Poesia: CARINHO
CARINHO
Quero um pouco de carinho.
Mas não um carinho qualquer,
Desses que se encontra em bancas,
Ou sai em comerciais de televisão.
Quero um carinho certo.
Daqueles que de perto,
É mais gostoso e quente.
Não carinhos que logo se vão.
Não considero pedir muito,
Visto que é algo sem custo
Para quem está aberto a se doar.
Tem que ser assim sincero
Nada comprado que eu quero
Algo do jeito próximo a amar.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
22 de jan. de 2014
Poesia: CABELOS DESARRUMADOS
Cabelos Desarrumados
Vejo, com olhos ainda dúbios
O desejo e a gratidão do perigo,
Deste olhar certo em minha direção.
Sorri observando seu conturbado
Tentar de seu esoterismo, até hilário,
Adivinhar o que estaria por acontecer.
Foi neste beijo na chuva
Que sua boca ficou muda,
E meu coração redeu-se sem pudor.
Desculpem-me aos apreciadores da beleza,
Mas uma mulher com cabelos molhados
E desarrumados é tudo de sedutor.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
27 de dez. de 2013
Poesia: TEMPO BANDIDO
Tempo Bandido
O tempo sempre nos rouba
Ainda que algumas peças de roupa
Que não nos servem mais
Escraviza os propósitos
Do pensar comodista notório
Que vive de percalços acidentais
Poupa somente o despertar partido
Este é o motivo do tempo ser bandido
Por levar nossa vida em segundos
Mas convenhamos, que nesta jornada
Tempo não é problema para nada
Mas sua falta, desculpa para tudo.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
26 de dez. de 2013
Poesia: Caminhar com as Próprias Pernas
Caminhar com as Próprias Pernas
Tem uma hora,
E a maioria do tempo,
Que é preciso caminhar o agora
Sem render-se a lamentos.
Caminhar com suas próprias pernas
E tomar suas íntimas decisões,
pois as chances não são eternas.
Eis a lição!
Jorge Jacinto da Silva Jr.
Poesia: Busca de Ar
Busca de Ar
Percebe-se que o ar
Não é mais apenas ar
Tem agora seu perfume
Agora sinto-me imune
A qualquer tipo
de infelicidade.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
13 de dez. de 2013
Poesia: Buquê de Flores
Buquê de Flores
Há diferentes tipos de amores.
Com certeza em a sua espera,
pois amar é uma busca eterna
mesmo juntos qual buquê de flores.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
10 de dez. de 2013
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