1 de abr de 2015

Poesia: Livro de Poesias

















Livro de Poesias

Aprendi da forma mais dura
O que é ser um Livro de Poesias,
E a maior de todas minhas alegrias,
É ser sempre um marco na Literatura.

Desvenda-me em uma única vez rápida
Ou até mesmo com calma se sozinho.
Faço-te sempre na solidão companhia,
Porque com das suas dores sou um clássico.

Se Poesia não for mesmo amor estou enganado.
Meu autor errou em cada sentimento estampado,
Pois das palavras ainda sou um conjunto elegante.

Sou muito de amar deveria eu ser mais amado,
Mas acabo no fim geralmente largado
Abandonado como um indigente na estante.

Jorge Jacinto da Silva Junior





31 de mar de 2015

Poesia: O Fim de um Grande Amor













O Fim de um Grande Amor

Nosso amor de tão grande parece que implodiu!
Tornou-se o mínimo multiplicador comum, eu.
Mas quando a lua se põe,
Em sua livre opção de escolha,
o Sol nasce sozinho para um novo dia.

Jorge Jacinto da Silva Jr.




Poesia: Sem o Seu Amor


























Sem o Seu Amor

Sem o seu Amor sou
Espelho sem reflexo
Amor sem sexo
Vida sem razão

Sem o seu Amor sou
Um sem nome
Vazio de fome
Grito na escuridão

Sem o seu Amor sou
Onda que vai e não vem
Choro reprimido de alguém
Sou uma vida de saudade

Sem o seu Amor
Não sou nada
Não tenho chão
Não vejo estrada

Sem o seu Amor
Não sou ninguém.

Autor: Jorge Jacinto da Silva Jr.







Poesia: Mesmo Destino
















Mesmo Destino

A Felicidade quer andar
de mãos dados com você.
Não vire às costas para ela,
Sendo seu próprio inimigo.
Nesta caminhada se espera,
seguir para o mesmo destino.

Jorge Jacinto da Silva Jr.




30 de mar de 2015

Poesia: Lírios de Liras





















Lírio de Liras

Este lírio sozinho na beira do rio,
Vem a minha memória
Como música de liras
Tocada talvez por anjos
Para meus devaneios.
Canto, dê-me lírios a meus Delírios...
Lírios os quais no caminho
Trazem consigo o silêncio humilde
Do saber completar o singelo.
A sabedoria está no entregar-se 
E este lírio solitário,
O qual mesmo sozinho
Contempla a beleza da paisagem.
E por si se completa, e é lindo.

Autor: Jorge Jacinto da Silva Jr.






27 de mar de 2015

Poesia: Matemática do Amor






















Matemática do Amor

Amor de mil dias
Ensina-me mil formas
De mil maneiras te amar

Paixão em  fração inteira
Que no meio da noite
No meu quarto vem me esquentar

Romance em expoente elevado
Incógnita de minha felicidade
Conjunto infinito de pensamentos

Amor com ângulos obtusos
Complemento na esfera de meu mundo
A cada contar destes suaves movimentos

Somados e multiplicados
Subtraídos e divididos
Nos entregamos a este comum denominador

Perpendiculares em nossos desejos
Ilimitados a cada porção de beijo
Na matemática do amor

Autor: Jorge Jacinto da Silva Jr







26 de mar de 2015

Poesia: Lúdico


















Lúdico

Por falta de longas pernas
Voo sonhos em nuvens
Na busca de novas ideias.
Aprendi como criança
Que os passos curtos
No caminhar do mundo
São muito mais seguros

Jorge Jacinto da Silva Jr.



Poesia: Reflexo Infinito


















Reflexo Infinito

Volta sobre si mesmo; reflexivo.
Este amor que sobrepõe barreiras.
Mostra-se relutante e verdadeira
Prática de seu perceber no coração.

É carinho sagaz provado à pele,
No despertar de lindas lembranças.
Comporta meus anseios quando se lança
Ao meu corpo com descontrolada emoção.

Se este Amor confesso, fosse definido,
Nada de muito complexo deveria ser.
Talvez comunhão próxima do que sinto.

Assim, nos completamos por inteiros.
Postos frente a frente como espelhos, vivo,
A refletir a eternidade neste sentir infinito.

Autor: Jorge Jacinto da Silva Jr.

Poesia: O Tempo, Tempestade e Temperança













O Tempo, Tempestade e Temperança

Parece ontem 
Todavia eterno 
Porém já passou

Jorge Jacinto da Silva Jr.




25 de mar de 2015

Poesia: Lábios Bandidos











Lábios Bandidos

Anjo Cupido, foi perspicaz...
Deixou suas asas e vestiu-se,
De seus doces Lábios Bandidos.

Jorge Jacinto da Silva Jr.






Poesia: Lua de Setembro























Lua de Setembro

Passou-se quase inútil mais um ano,
E o que era claro como seu iluminar
Tornou-se difícil aceitação de um engano,
Do que se achou fácil um dia concretizar.

A pressão desmedida de uma decisão,
Perturbou com angústia muitos pensamentos.
Uma ansiedade sem igual causou agonia
Ao imaginar livre para viver este amor.

Por este motivo fatal - o tempo,
Pareceu demorar muito mais
Naquele descompassado relógio,
Que contava perdido, horas como dias.

Mas tenho consciência que, graças a isso,
Percebemos o entender desta verdade.
Que nada do que vivido foi em vão,
Porque foi com amor e sinceridade.

Não sei mais se ainda sou quem procura...
Estava eu ciente que um dia tudo muda, e,
Até chegar dezembro será você outra Lua,
E somente o destino saberá o que pode acontecer.

Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior




23 de mar de 2015

Poesia: Loucura Viva




















Loucura Viva

Loucura... é loucura.
Não vejo melhor ou pior,
Maior nem menor.
Apenas, tudo loucura.

O mundo nesta teia
de reais possibilidades,
Cada um vive a sua verdade.

Onde está a loucura então?
Talvez neste desafiar de 
Improbabilidades.

Jorge Jacinto da Silva Jr.