Como não morrer de amores... Quando seu perfume suave, Seu gosto incomparável me invade E delicada tranquiliza minhas dores. Como não morrer de desejos... Quando em minha boca quente Derrete-se como um doce beijo. Como não morrer de vontades... Faz-me simples arrepiar a pele Uma bela barra de chocolate.
E assim o tempo passa... Até que algo forte se faça, E que nossas vidas mude. Por vezes que se confunde A intensidade da emoção, Talvez um grande amor Ou uma grande solidão. Tudo transição.
Todavia precisamos de mais ar. Um tempo mais sozinhos é fatídico. Contudo, não podemos viver assim, Procrastinando e não resolvemos nada. Só nos machucamos com nossos Próprios espinhos.
A essência da vida são nossas escolhas. Trocamos sonhos por outros sonhos. A todo instante estamos a nos provar, Mesmo em uma troca onde há perdas, Há algo a ganhar com sonhos para sonhar.
Quando se aprende a amar Há uma beleza diferente nos olhos, Pois algo íntimo em nós se confirma. Perde-se a beleza do óbvio. Não que o amor não seja belo, Mas se descobre que não é feito Somente de pessoas bonitas.