29 de mai. de 2017
Poesia: Um Bom Café
Um Bom Café
Do meu lado prefiro
Minha ignorância muda
Um café sem açúcar
À hipocrisia burra.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
25 de mai. de 2017
Poesia: Superficial
Superficial
Você é muito superficial
E da minha vida intransigente ,
Para me entender por completo,
E amar-me profundamente.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
23 de mai. de 2017
22 de mai. de 2017
Poesia: É Básico
É Básico!
Não vejo nenhum segredo,
Gentileza básica para mim,
É o Respeito.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
18 de mai. de 2017
Poesia: Campo de Tulipas
Campo de Tulipas
Não dá tempo para retirar
Ervas daninha de uma plantação
Quando colher com exatidão
É alimento para a alma alimentar.
Neste lindo Campo de Tulipas
Ou as colhemos, ou elas só farão
Parte de longe desta cena bonita
Porém, exclusas às emoções
De quem as recebem da vida.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
17 de mai. de 2017
Poesia: Olhos Atentos
Olhos Atentos
É bom ficar de olho!
Não perca tempo
Tentando arrumar,
Uma coisa que
Está indo para
Um caminho já
Num começo torto.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
Poesia: Amor Verdadeiro
Amor Verdadeiro
Quero Amor verdadeiro
Com toda sua voracidade
Quero vivê-lo por inteiro
E não jamais pela metade
Jorge Jacinto da Silva Jr.
15 de mai. de 2017
Poesia: Vazio no Peito
Vazio no Peito
Poderia ser até coisa de solidão.
Contudo, por horas penso que,
Em muitas vezes este sentimento,
Que nos envolve de vazio no peito,
Seja um espaço em nosso coração
No meio de tantas ansiedades,
mágoas e outros defeitos,
Um lugar inexplorado para preencher
Com a intensidade de cúmplice emoção.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
Poesia: A Palavra
A Palavra
Quando jogada esta pedra,
Mesmo que o alvo não acerte,
Por mais que não se espere,
Ainda janelas quebra.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
4 de mai. de 2017
3 de mai. de 2017
“Sou apenas um escravo de meus pensamentos. Quando exponho meus sentimentos, torno-me muito maior. Talvez tamanho do mundo, ou de todo mundo ao meu redor”. Jorge Jacinto da Silva Jr.
“Sou apenas um escravo de meus pensamentos. Quando exponho meus sentimentos, torno-me muito maior. Talvez tamanho do mundo, ou de todo mundo ao meu redor”.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
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