16 de set. de 2011

SEMANA NACIONAL DE TRÂNSITO 2011
De 18 a 25 de setembro
TEMA: Década Mundial de Ações Para a Segurança do Trânsito - 2011/2020: Juntos Podemos Salvar Milhões de Vidas


http://www.denatran.gov.br/campanhas/semana/2011/snt2011.htm

15 de set. de 2011

CULTURA: Espetáculo Teatral - O MUNDO DE PINÓQUIO


































































Teatro Reikrauss - Praça Tiradentes 106 - CURITIBA/PR - Dias 24 e 25 de setembro ás 16:00h

23 de ago. de 2011

Poesia: VINTE E CINCO HORAS


 
Vinte e Cinco Horas



Penso como sobreviver aqui

No vazio dentre quatro paredes,

Sem saber ao certo se sentes

O mesmo que eu sinto por ti.



Nesta reflexão da vida decidi,

Que desisto de desistir de você.

Motivos os quais nem eu mesmo

Consigo explicar os porquês.



E no dia de agora, quando te peço

Para de minha vida ir embora,

Ainda te odeio por cinco segundos

Mas te amo por vinte e cinco horas!



Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior



VINTE E CINCO HORAS - comentários do autor

Vinte e Cinco Horas, é um dos meus poemas mais recentes, mesmo porque, cada poema parece nascer diferente a cada dia que os releio. Neste, tento demonstrar como o Ódio e o Amor andam tão intimamente ligados.

Abraços,
Jorge.


"O amor está mais perto do ódio do que a gente geralmente supõe. São o verso e o reverso da mesma moeda de paixão. O oposto do amor não é o ódio, mas a indiferença..."

Érico Veríssimo


CARTÃO POESIA
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10 de ago. de 2011

Poesia: A CARTA DE AMOR



A Carta de Amor

Segunda-feira nublada e pouco fria,
Como todo dia normal parecia.
Abriu os olhos vagarosamente
Tentando aproveitar pouco mais o sono.

Levantou-se rapidamente e nada comeu.
Arrumou-se com a primeira roupa.
Notou que a porta de madeira barata
Escondia um envelope perfumado e de cor clara.

“Te amo
E estou ficando louco
Porque te amar assim é pouco
Quero você junto a mim!

Saudade
Quem vive com essa maldade
Que judia o coração sem piedade
E acompanha esta dor sem fim”


Assim dizia a carta em simples palavras
Com melodia de música melodramática,
A qual incontido e quase sem graça
Com todo seu sentimento alguém escreveu.

Ela leu e releu  o papel, e continuou intrigada,
Como àquelas palavras pouco significassem,
Mas ficou no fundo perturbada com tanta emoção.
Prova tão inocente como o amor deveria o ser.

Aquele objeto de carinho de certa forma
Mudou sua maneira de enxergar a vida.
Retornou ao mundo de quando menina,
Onde seus sonhos de amor eram somente sonhos.

Lembrou-se de seus cabelos ainda ondulados,
Suas brincadeiras infantis e ingênuas,
E esqueceu por alguns instantes,
Todas as maldades que um dia presenciou.

Decidiu naquele dia, buscar uma alegria,
A qual por muito tempo não haveria de sentir.
Não se incomodar com nada!
E viveu o dia mais diferente dos últimos tempos.

A noite ao chegar viu aquela porta
Com uma cor que jamais havia notado.
Viveu novamente em seu coração
Uma emoção jamais sentida.

Ao deitar-se, relembrou tudo passado,
E as noites de insônia acabaram.
Entendeu o simples em simples palavras,
Amor mais amor, como amar deve ser.

Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior


A CARTA DE AMOR - comentários do autor

Vasto e incansável repertório é falar sobre o amor. É um sentimento simples, nós que o complicamos, e flui naturalmente em pensamentos e singelas palavras. Basta um despertar, para renascer todos os dias em nosso coração.

Abraços,
Jorge.

"Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?"
Fernando Pessoa





CARTÃO POESIA
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22 de jul. de 2011

Poesia: VERSADO




Versado

Quero você comigo, mas sem pressa
Conhecer-te e aproveitarmos à beça
Para que desta vez enfim acertar

Entender todo este belo sentimento
Deliciar-me em cada “tico” de momento
E descobrir naturalmente o que é amar

É sentir-se por completo
Com você cada dia mais perto
Pronta para me prender em carinhos

Isolar a solidão no passado
Viver a vida ao seu lado
Encontrar para felicidade o caminho

Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior


VERSADO - comentários do autor

Como o próprio nome diz, quis escrever algo com sonoridade, mas sem virar música. São estas experiências as quais acho muito interessantes em brincar de ser poeta.

Abraços,
Jorge.


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30 de jun. de 2011

Poesia: SENTIMENTO OMITIDO




Sentimento Omitido

Em algum momento, num instante incompreensível
Um grande amor me abandona e me faz chorar.

Tentei recuperá-lo me apaixonando loucamente
Envolvendo-me em tudo que me lembrasse a você.

Afastando-me deste mundo que não entende essa minha dor
Marcando sua imagem cravada em meu pensamento
Obcecando-me por te querer tão compulsivamente.

Desamparado e sem ninguém eu estou aqui sofrendo
Esperando ainda por você retornar aos meus braços
Mas apesar de toda essa dor que não mais agüento
Ainda pertence a você todo este meu pobre coração
Incapaz de amar outra pessoa tão sinceramente
Se você pensar algum dia em mim... lembre-se deste segredo...


Que segredo?
Leia de cima para baixo as primeiras letras de cada parágrafo!

Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior


SENTIMENTO OMITIDO - comentários do autor

Este é mais um de meus primeiros poemas. Algumas vezes sinto-me até constrangido em postá-los em meu blog, devido entender, a imaturidade da escrita e algumas vezes até ingênua e infantil demais. Mas aqui está!

Abraços,
Jorge.

CARTÃO POESIA
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6 de jun. de 2011

Poesia: NAVEGAR



Navegar

Sou o presente manifestado como embarcação de grande porte.
Navego seguro imponente pela imensidão desses mares da vida.
Minhas velas acenam brancas aos ventos que trazem a boa sorte,
Os quais acompanham o despertar incerto que segue cada novo dia.

Descanso em porto seguro com o afago de meus sinceros amigos.
Sempre absolutos ao meu lado amparando meus ombros cansados,
Preenchendo o meu coração antes aflito, agora nutrido de carinho,
Perpetuando com suor os desafios do percurso conquistado.

Meu leme domina forte as eventuais tormentas e tempestades.
Não há como vacilar os olhos tendo a direção certa a perseguir.
Todavia, não vivo a brincar com as fortuitas casualidades.
Não Luto contra o destino iminente desta viagem que sei o fim.

É inevitável... saber conviver os perigos do seguir novos rumos,
Tendo certeza de que o impossível somos nós que o sustentamos,
E que o desvendar do amor é a energia essencial fonte de tudo.
Motivo para que na vida nunca cansar de continuar navegando...

O ponto final não obstante está bem diante dos olhos, mais claro farol que me guia.
Quando talvez as certezas encontradas não sejam reveladas como um dia imaginei.
Mas será compreendido que é indispensável perceber que viver é gozar a vida,
Pois no aconchego da chegada resta momentos vividos e não os deixados de viver.

Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior


Navegar - comentários do autor

Neste mundo somos todos uma embarcação, talvez à deriva, esperando um forte vento que nos leve sem sacrifícios até o final da viagem. Até deveria ser entendido desta maneira, mas sabemos que a viagem não é tão simples e que eventuais obstáculos são colocados como prova. Não temos muito tempo para descansar, por isso, acerte seu leme e pegue sua bússula que os novos ventos estão aí.

Abraços,
Jorge.


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1 de jun. de 2011

Poesia: VOCÊ





Você...

Você me olha nos olhos
E parece que sabe dos meus sonhos
Como  dominasse meus pensamentos.

Tento entender o que acontece
Mas isso me enlouquece
Pois só lembro de nossos momentos.

Você me invade em desejos
Roubando-me em cada beijo
Aprisionando-me a seu sabor.

Envolvo-me e não fujo
Porque sei que é meu refúgio
Onde posso encontrar o Amor.

Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior



VOCÊ - comentários do autor

Mais um poema que considero simples, mas escrevo acreditando que, na simplicidade de minhas palavras posso levar muito mais sentimentos.  Espero que meus leitores gostem! :-)
Um carinhoso abraço,
Jorge.



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