29 de ago. de 2014

Poesia: Compulsividade




















Compulsividade

Não queremos nem saber o que é.
Talvez seja como a fome...
Só precisamos nos satisfazer.
Se
compete fazer bem ou mal,

pouco importa seu nome.

Jorge Jacinto da Silva Jr.




Poesia: Como Nasce a Poesia














Como Nasce a Poesia
   
Como nasce a Poesia?
Acredito como
elefantes
Com trombas bem grandes,

Contudo, da vida.

Jorge Jacinto da Silva Jr.


Poesia: Clamor Social













Clamor Social

Sempre se desperta
De forma falsa ou real,
Um altruísmo benigno,

No impacto social

Jorge Jacinto da Silva Jr.



5 de ago. de 2014

POESIA: VERSADO





















Versado

Quero você comigo, mas sem pressa!
Conhecer-te e aproveitarmos à beça.
Para desta vez enfim acertar!

Entender todo este belo sentimento.
Deliciar-me em cada tico de momento,
E descobrir naturalmente que amar..

É sentir-se por completo,
Com você cada dia mais perto,
Pronta para me perder em carinhos.

Isolar a solidão no passado.
Viver a vida ao seu lado.
Encontrar para felicidade o caminho.


Jorge Jacinto da Silva Jr




1 de ago. de 2014

Poesia: Seus Longos Cabelos
























Seus Longos Cabelos

Se fosse um sonho seria o mais lindo dos sonhos
Ver com meus olhos nus o seu corpo ardente
Em suas vaidades tão intimamente provocadas
Protegidas tão somente por seus longos cabelos

Sentir o calor de seu corpo como sentisse me descobrir
Envolvendo-me no perceber inocente pronto para te amar
E naquele beijo quente e revelador de intenções
O desejo traduziu a paixão num querer eterno

No reflexo do espelho meus toques no seu corpo inteiro
Declara a emoção que te arrepia a pele que me excita
Como se me absorvesse aos poucos em cada poro
Sugando minhas forças com a falta de minha resistência

Entrego-me desarmado de pudores a este instante
Contemplando seu olhar cheio de amor no seu jeito
Respiro seu ar no meu amar de vontade insinuante
Envolvido em amor e perdido em seus longos cabelos

Jorge Jacinto da Silva Jr







22 de jul. de 2014

Poesia: Era uma vez...




















Era uma vez...

Um curioso que percebeu um dia...
Que descobriu a mais rica alegria,
Onde nunca imaginou em ter.

Seus olhos encheram-se de afeto,
Talvez com o final do ano mais perto,
Pode sentir pleno este renascer.

Sua consciência agora iluminada,
Abriu novas trilhas em velhas estradas,
Mostrando-lhe que tudo tem solução,
Quando o viver é sincero no coração.

Mas claro, é preciso um impulso de vontade...
E não aguardar acomodado que este ano acabe,
Para se tornar uma pessoa muito melhor em tudo,
E com isso criar uma Nova Vida em Novo Mundo.

Jorge Jacinto da Silva Jr.




6 de jun. de 2014

Poesia: Dizeres do Coração















Dizeres do Coração

Palavras escritas em carta polida.
Letras manchadas por dor sofrida.
Um soluçar os quais desembalam
Os punhos, que confessam cálidos
Dizeres do coração, onde lábios,

Sem coragem se calam.

Jorge Jacinto da Silva Jr.

6 de mai. de 2014

Poesia: Correio Elegante


















Correio Elegante

Procurei escrever pouco
Para não ser descoberto,
E estar um pouco mais perto
Para observar a sua reação.

Meu coração bateu mais forte,
Vendo o brilho do seu sorriso lindo.
Ao ler minhas palavras ingênuas
Assinando como Secreto Amigo.


Autor: Jorge Jacinto da Silva Jr



30 de abr. de 2014

Poesia: Convívio















Convívio
 
Desculpe-me por envolver-te assim,
Em tantos de meus problemas.
Contudo, não sou de todo ruim,
Mesmo sendo para você algemas.

De tudo, sou uma vítima inofensiva.
Todavia acontece que não caminho
Nesta vida um caminhar sozinho.

Jorge Jacinto da Silva Jr.



29 de abr. de 2014

Poesia: Coisas Passageiras














Coisas Passageiras

Eu sei,
Têm coisas passageiras...
Até passam,
Mas ardem aos olhos
Feito Spray de Pimenta.

Jorge Jacinto da Silva Jr.




28 de abr. de 2014

Poesia: Coração Valente
















Coração Valente

Um coração valente
Não é o que luta somente,
Mas o que aguenta as feridas
Das mágoas sofridas,

Na vida.

Jorge Jacinto da Silva Jr.



23 de abr. de 2014

Poesia: Chuva
















Chuva

Chuva molha meu corpo.
Lava minha alma
Desavergonhada de verdades.

Chuva na pele nua,
Faz-me ser sua.
Chuva pura.

Sua liberdade.



Autor: Jorge Jacinto da Silva Jr.