26 de abr. de 2011

Poesia: SIMPLESmenti




“SIMPLESmenti” 
 
Se te faço
Como um simples caso
Se te quero
Em um simples berro
Se te vejo
Num simples beijo
Se te ouço
Em um simples rosto
Se te procuro
Num simples mundo
Se te esqueço
Por um simples medo...
“SimplesMENTI”! 
 
 
Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior 
 
 
 
SIMPLESMENTI - comentários do autor
Quantas vezes na vida tentamos nos enganar sobre nossos sentimentos. Esta luta além de desleal, não nos leva a nada. Confie mais em seu coração, e não crie em sua vida falsas batalhas. Viva Feliz!
 
Abraços,
Jorge.


CARTÃO POESIA
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21 de mar. de 2011

Poesia: Amores




Amores

Amor é flor de toda formosura
Pétala macia em breve toque
Purifica o ar que suave perfuma
Todo germinar de minha sorte

É sentimento exato
Mas que dá chances para errar
Pode machucar o coração já fraco
Mas nunca cansa de amar

Amor é sutilmente minucioso
Pode desvendar maravilhosos segredos
Oportunidade para demonstrar o ser carinhoso
Que antes não se externava por receios

É de ridícula e estúpida alegria
Túmulo astuto do auto-ego
Que na presença de sabedoria
Manifesta-se nos corações mais ternos

Amor é como um mal súbito
Enfarto fulminante de um sonho vivo
Mas que se volta forte e lúdico
Envolvido em perspicazes caprichos

É um desejar mais que profundo
Dedicação e essência da vida
Bastando um olhar meigo e mudo
Em um momento de carismática simpatia

Amor é afável devoção
Harmonia de requintados sentimentos
Madurecer da sexual satisfação
Para o desprazer real medicamento

É sintonia fina
Ajuste imediato da emoção
Revigorar de valores perdidos na vida
Praticar a caridade na compaixão

Amor é de convicta veneração
Persuasão sensível de ternura
Zelo praticável com afeição
Carinho que a vida não muda

É uma atração incontrolável
Dos desejos da carne seu mais suave sabor
Beleza afetiva de valor estimável
Amor é simplesmente AMOR!

Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior



AMORES - comentários do autor

O Amor é um sentimento tão amplo e pessoal, o qual, podemos ter o privilégio de passar por muitos momentos e maneiras de senti-lo. Submeta-me ao entendimento que realmente é um Estado de Espírito, muito mais que, uma simples reação orgânica e química no seu viver.

Abraços,
Jorge.

CARTÃO POESIA
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14 de mar. de 2011

VOLUNTARIADO: SOS LITORAL PARANAENSE

















As fortes chuvas dos últimos dias provocaram destruição e desmoronamentos, deixando muitos desabrigados nas regiões de Paranaguá, Morretes, Guaraqueçaba e Antonina. A Prefeitura de Curitiba e o Governo do Paraná estão arrecadando donativos como cobertores,  roupas e, principalmente, água mineral em diversos pontos.

Para ajudar, encaminhe suas doações a supermercados da Rede Big e Mercadorama, pontos de coleta do Provopar, postos do Corpo de Bombeiros ou à Fundação de Ação Social (Rua Eduardo Sprada, 4.520, Campo Comprido).

Colchões podem ser entregues na Defesa Civil (Rua Sergipe, 1.712, Vila Guaíra).


Maiores informações: (41) 3350-2607.



Abraços,
Jorge.

21 de fev. de 2011

Poesia: CARIDADE





CARIDADE

Minha parte se divide em sinceros sorrisos
Compartilhar do pouco tempo que me resta e preciso
E mesmo consumido pelo cansaço do final de mais um dia
Encontrar a paz de um espírito renovado pela alegria

Pedaços isolados sem razão antes perdidos
Agora se juntam como um mosaico bíblico
Iluminando de amor minha alma purificada
Rejuvenescida... envaidecida e recompensada

Na acolhida ofertada estampada em um rosto querido
Mostram-se braços abertos para um carinho infinito
De agradecimento pelo gesto simples mas eterno
Real... honesto... previsivelmente singelo

Contudo este colher depende de um semear seguro
Para que o Bem se prolifere como suculento fruto
Lançando ao ar o perfume balsâmico da beleza praticada
Redescobrindo razões para viver como suave toque de mágica

Entretanto ainda planta-se tão pouco para tantos alimentar
Doa-se o medíocre para quem muito tem por esperar
Ainda existem muitas ervas daninhas do apego material
As quais relutam valendo-se da existente fraqueza espiritual

Por este motivo não se deve enxergar pobres nem ricos
Só deve-se pensar a respeito dos reais motivos
Para que nunca... em hipótese nenhuma parar
O prosseguir com fé destas sementes semear

A caridade para todos os momentos é um exercício
A qual é preciso praticar mesmo com sacrifício
Mesmo que seja doado um carinho, uma palavra amiga, um olhar
A Caridade não é um presente que damos... mas sim que nos deixamos presentear.

Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior




COMENTÁRIO DO AUTOR

Muitas vezes é preciso tão pouco para mudar a vida de alguém. Precisa-se talvez, ter nossos coração abertos para beneficência, não como forma assistencialista tão somente, mas como padrão de conceitos. E como este poema fala, um espírito de benevolência se faz num exercício diário e incansável. Aplique a caridade e verá que o que recebemos é de valor incalculável e legítimo.

Abraços,
Jorge.


CARTÃO POESIA
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7 de fev. de 2011

Poesia: O que Seria?...




O QUE SERIA?... 

O que seria do dia sem à noite
Do profeta... sem a profecia
Do céu... sem as estrelas
Do poeta... sem a poesia

O que seria do mar sem a água
Da alegria... sem a tristeza
Da vida... sem a magoa
Do mundo... sem a beleza

O que seria do certo sem o errado
Do sim... sem o não
Do distante... sem o que esta perto
Do amor sem a solidão

O que seria do belo sem a vaidade
Da resposta... sem um porque
Do presente... sem a saudade
E o que seria de mim sem você.

Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior



COMENTÁRIO DO AUTOR

Este faz parte de meus primeiros poemas. Estou tentando catalogá-los para não perdê-los como tantos. No meio de tantas mudanças, muitos infelizmente, acabaram ficando em algum lugar perdido.
É um poema bem simples, mas existem talvez, mais coisas belas na simplecidade doque na complexidade do entendimento humano.

Abraços,
Jorge.


CARTÃO POESIA
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3 de fev. de 2011

Poesia: Sem o Seu Amor




Sem o Seu Amor

Sem o seu Amor sou
Espelho sem reflexo
Amor sem sexo
Vida sem razão

Sem o seu Amor sou
Um sem nome
Vazio de fome
Grito na escuridão

Sem o seu Amor sou
Onda que vai e não vem
Choro reprimido de alguém
Sou uma vida de saudade

Sem o seu Amor
Não sou nada
Não tenho chão
Não vejo estrada

Sem o seu Amor
Não sou ninguém.

Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior



COMENTÁRIO DO AUTOR

Este é um poema também mais ou menos dos antigos. Não tenho certeza porque possuo o péssimo hábito de não colocar datas em minhas escritas. Mas lembro que, quis formatá-lo de um jeito simples e de muito fácil entendimento. Muitas vezes nós poetas gostamos de complicar os sentimentos para entendê-los por diversos prismas, mas este com certeza não foi o caso.

Abraços,
Jorge.


CARTÃO POESIA
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27 de jan. de 2011

DICA: Doe Alimentos Com Clique Sem Gastar Nada!



Porque Clicar

A crise não é mais novidade, mas ela continua atingindo, e de maneira rigorosa, as pessoas com menores condições financeiras. O Banco de Alimentos trabalha em prol daqueles que mais precisam, e leva a eles a mínima condição de uma vida digna, que é ter o alimento.

Através do Clique Alimentos, é dada à sociedade a oportunidade de colaborar de uma forma bastante simples: de um lado uma pessoa acessa o site e realiza a doação de 1 kg de alimento com um clique. Do outro, uma empresa parceira patrocina a doação e em troca tem a sua parca exposta. Justo, não?

Participe você também, acesse www.cliquealimentos.com.br e deixe a solidariedade tocar você.

26 de jan. de 2011

Poesia: Terra Solidão



Terra Solidão

Que terra é essa?
Tudo é tristeza e melancolia.
Todos fazem somente sofrer.
Não há momentos de alegria,
Terra de gente fria,
Uma terra sem ninguém.

São rostos sem afeições!
Escravos de seus próprios medos,
Apenas números dentre milhões.
Seres com sentimentos banidos,
Corações que ficam feridos
Perdendo seus princípios e razões.

Todos andam à toa
Para todo e qualquer lugar.
Sobem e descem as ruas,
Sem tempo de um instante parar.
Criaturas indiferentes e cruas por dentro
Sem terem o que pensar.

São seres insignificantes e poluentes.
Viciados por seu capitalismo irracional.
Cegos pelos olhos da ilusão consciente,
Não usam palavras e tão menos ações.
Presos em suas próprias celas
E mudos por gritos de solidão.

Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior


COMENTÁRIO DO AUTOR

Terra Solidão foi um dos meus primeiros poemas lá por volta de 1988/89. Queria muito naquela época dispertar quem pudesse ler este poema, para a importância do ser humano e não aos vícios, mesquinharias e este capitalismo inconsequente. Vejo hoje, que muitos desses fatos ainda são preocupantes e de necessário repensar, principalmente, dos reais valores desta vida.
Abraços,
Jorge


CARTÃO POESIA
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29 de dez. de 2010

Poesia: Novo ANO Novo (Clique na imagem para ampliar!)























NOVO ANO NOVO - comentários do autor

Está em nossas mãos o maior de todos os presentes - A liberdade - Poder renascer todos os dias! Cada um de nós tem esta força nata. Aproveitemos este clima de passagem de ano para refletir nossos erros, aprender com nossos acertos e progredir em busca de coisas melhores em nossas vidas. Muito de nossa Felicidade real depende de nós mesmos! Encontre-se! Disperte-se! Viva!

Desejo a você um ano de 2011 completo de realizações com muita saúde!

Abraços,
Jorge.

23 de dez. de 2010

Poesia: Nunca é Tarde (clique na imagem para ampliar)



NUNCA É TARDE - comentários do autor
Todos os dias bate em nossa porta a chance para mudar nossas vidas... repensar em nossos atos e agir de forma mais correta, são oportunidades, contudo não deixe para amanhã o  planejar de sua felicidade. 

Desejo a todos meu leitores, amigos, conhecidos, visitantes de meu blog,  um maravilhoso Natal! Que esta data seja o início de novos sonhos, os quais conduzem nossas vidas e renovam nossas esperanças. Paz, Harmonia, Saúde sejam reais em seu caminho.

Abraços carinhosos,
Jorge.

14 de dez. de 2010

Poesia: Noite Solidão (clique na imagem para ampliar)

















NOITE SOLIDÃO - comentários do autor

No mundo dos apaixonados a noite é uma constante companhia, mas não precisa necessariamente ser carrasca das coisas boas, as quais, carregamos de experiências na vida. É muito normal convivermos com a solidão, talvez seja um dos reais momentos que paramos para refletir sobre a vida.

Abraços,
Jorge.

7 de dez. de 2010

Poesia: 15 Primaveras (clique na imagem para ampliar)


















15 PRIMAVERAS - comentários do autor

Como o tempo passa rápido! Amanda, minha filha mais velha, neste último dia 30 de novembro completou suas 15 primaveras. Foi um momento muito mágico para todos. Este poema fez parte dos dizeres do convite da maravilhosa festa que ela merecidamente recebeu.

Abraços,
Jorge.