26 de set. de 2014

Poesia: Vida Vazia















Vida Vazia
 
Em minhas ruas frias
Habito vida vazia
Sem números nas casas
Uma cidade fantasma

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com


24 de set. de 2014

Poesia: Amor às Antigas
















Amor as Antigas

Sou, contudo a delicadeza
Em forma de poucas maneiras
Mesmo que te falte a certeza
Sou a 3x4 que leva na carteira

Neste cenário clássico dos anos 60
Na balada que sustenta seu charme
Iria com certeza
arrepender-me
Se por você não me apaixonasse

Jorge Jacinto da Silva Jr.




23 de set. de 2014

Poesia: Depois de Você











Depois de Você

Entendi que a saudade mora,
Junto a outros sentir
Além da torpe ausência.

Autor: Jorge Jacinto

jorge.jacinto@gmail.com



19 de set. de 2014

Poesia: Poeta e Coisas Desumanas



























Poeta e Coisas Desumanas

Sou romântico, mas não pudico.
Isso eu digo com total liberdade
Do meu pensar mais quente não abdico
Não há em mim vestígios de maldade
  
Desenho sentimentos como palavras
Alugo sem devolver-te a inspiração
Provocador da libido que guarda
No mais íntimo de suas intenções

Brinco com as reações no ar dispersas
Açoite certo com o chicote da língua
Tantos são seus sentimentos que os poetas
São capturados por suas próprias armadilhas

Doente de emoções morro aos poucos
Em cada verso disposto no papel em branco
Talvez por isso quase tudo que escrevo
Ao esquecer de minha memória eu tranco

Caso queira me definir ao seu sabor
Sou poeta do poetar da acuidade
Sou perverso admirador da dor
E fingidor de felicidades

Talvez só um outro poeta para entender isso.
Este prazer pela dor que intranquiliza a calma
O que muitas vezes possa parecer egoísmo
É amar com profundeza da alma.

Desumano viver num renegar notado
Habitar só num eterno interrogatório
Poetas são eternos apaixonados

Sem amor por si próprios


Jorge Jacinto da Silva Jr.

3 de set. de 2014

Poesia: Declare os Sentimentos













Declare os Sentimentos

Não postergue na vida
A declaração de um sentimento.
O tempo não passa lento,

E o agora é causa perdida.

Jorge Jacinto da Silva Jr.



Poesia: Críticas


























Críticas

Jamais construtivas
Algo sempre destroem,
Sejais um momento.

Jorge Jacinto da Silva Jr.



29 de ago. de 2014

Poesia: Compulsividade




















Compulsividade

Não queremos nem saber o que é.
Talvez seja como a fome...
Só precisamos nos satisfazer.
Se
compete fazer bem ou mal,

pouco importa seu nome.

Jorge Jacinto da Silva Jr.




Poesia: Como Nasce a Poesia














Como Nasce a Poesia
   
Como nasce a Poesia?
Acredito como
elefantes
Com trombas bem grandes,

Contudo, da vida.

Jorge Jacinto da Silva Jr.


Poesia: Clamor Social













Clamor Social

Sempre se desperta
De forma falsa ou real,
Um altruísmo benigno,

No impacto social

Jorge Jacinto da Silva Jr.



5 de ago. de 2014

POESIA: VERSADO





















Versado

Quero você comigo, mas sem pressa!
Conhecer-te e aproveitarmos à beça.
Para desta vez enfim acertar!

Entender todo este belo sentimento.
Deliciar-me em cada tico de momento,
E descobrir naturalmente que amar..

É sentir-se por completo,
Com você cada dia mais perto,
Pronta para me perder em carinhos.

Isolar a solidão no passado.
Viver a vida ao seu lado.
Encontrar para felicidade o caminho.


Jorge Jacinto da Silva Jr




1 de ago. de 2014

Poesia: Seus Longos Cabelos
























Seus Longos Cabelos

Se fosse um sonho seria o mais lindo dos sonhos
Ver com meus olhos nus o seu corpo ardente
Em suas vaidades tão intimamente provocadas
Protegidas tão somente por seus longos cabelos

Sentir o calor de seu corpo como sentisse me descobrir
Envolvendo-me no perceber inocente pronto para te amar
E naquele beijo quente e revelador de intenções
O desejo traduziu a paixão num querer eterno

No reflexo do espelho meus toques no seu corpo inteiro
Declara a emoção que te arrepia a pele que me excita
Como se me absorvesse aos poucos em cada poro
Sugando minhas forças com a falta de minha resistência

Entrego-me desarmado de pudores a este instante
Contemplando seu olhar cheio de amor no seu jeito
Respiro seu ar no meu amar de vontade insinuante
Envolvido em amor e perdido em seus longos cabelos

Jorge Jacinto da Silva Jr







22 de jul. de 2014

Poesia: Era uma vez...




















Era uma vez...

Um curioso que percebeu um dia...
Que descobriu a mais rica alegria,
Onde nunca imaginou em ter.

Seus olhos encheram-se de afeto,
Talvez com o final do ano mais perto,
Pode sentir pleno este renascer.

Sua consciência agora iluminada,
Abriu novas trilhas em velhas estradas,
Mostrando-lhe que tudo tem solução,
Quando o viver é sincero no coração.

Mas claro, é preciso um impulso de vontade...
E não aguardar acomodado que este ano acabe,
Para se tornar uma pessoa muito melhor em tudo,
E com isso criar uma Nova Vida em Novo Mundo.

Jorge Jacinto da Silva Jr.