18 de set de 2017

Poesia: Nudes

























Nudes

Um pouco de mim,
Em mim se confunde.
Completo-me no fim
Em Alma Nudes.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com

15 de set de 2017

Poesia: Para Sempre

















Para sempre

Bom chegar de mansinho
Este é o melhor caminho
Para certo e eterno ficar

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com




14 de set de 2017

Poesia: Breve




























Breve

Quase um dilema.
Na maioria das vezes
Um poema basta-se,
E se faz só com palavras
Simples e pequenas,
Como DOR e  AMOR.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com




13 de set de 2017

Poesia: Estrada de Chão


























Estrada de Chão

Quanto tempo eu andei tão só.
Garganta seca deixada pelo pó
De uma estrada toda esburacada.
Caminho que não me levava a nada,
Somente conflitos internos que espalhei
Junto das lágrimas que solitário chorei.
Contudo fizeram por fim nesta poeira,
E ver por momentos uma nova clareira
E os olhos conseguiram assim se firmar
Na vida como percurso de leve caminhar.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com





12 de set de 2017

Poesia: Amor Gourmet

























Amor Gourmet

Eu jamais vou
De nós me enjoar,
Até porque cada dia,
Seu amor tem
Um gosto diferente
Para se provar.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com

11 de set de 2017

Poesia: Panglossiano





















Panglossiano

O brilho da esperança
Aos olhos estampados.
Que o hoje seja sempre,
Dia pelo amanhã invejado.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com



4 de set de 2017

Poesia: Está no Olhar


























Está no Olhar

Ah mas se está assim...
Melhor deixar assim.
Duro é acreditar que
Às vezes não faz sentido.
Pode sim tudo estar
Virando um mal entendido
Mas seu olhar no fundo,
Mudou para mim.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com

31 de ago de 2017

Poesia: Cafona















Cafona

Não quero ser da sua vida
Apenas um simples artefato,
Que ao tempo de tão cafona
Sempre me deixa de lado.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com






24 de ago de 2017

Poesia: O Amanhã














O Amanhã

O contar do tempo é relativamente pobre,
Principalmente quando se envolvem
Sentimentos perdidos por tola inocência.

Apossa-se da nossa energia mais limpa e pura.
Alimenta-se insaciável da seiva de nossas dúvidas
E neste ciclo passa imperceptível à prudência.

Este amanhã pode ser tão breve que nem exista,
Mesmo que desejemos que ele eterno persista,
Viver é o agora deixando de lado motivos de fuga.

Neste momento o mundo todo está a mudar,
Não devemos sentir auto piedade e nos julgar
Como perdedores de tudo que não aceitamos a luta.

Mesmo que o novo venha com insegurança  no coração
Sendo passível de não entendermos possíveis frustrações,
Não há pressa quando a espera não se entrega ao cansaço.

Sei que um dia haverá  o compreender sem restrições.
Que o amor, por si próprio, explica-se em suas emoções,
Mas não necessariamente no domínio dos seus braços.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com

23 de ago de 2017

Poesia: Súplicas


















Súplicas

Todavia sempre supliquei sua atenção.
Pensei com isso um dia ter seu entendimento,
E não virasse em mim motivo dessa obrigação,
De forçar-te a compreender este meu jeito.

Mas um dia entenderá talvez me procurando,
Onde jamais tentou ousar-se me procurar.
Deixei-te sinais de quanto está me perdendo,
Mas continua nada fazendo para me recuperar.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com



21 de ago de 2017

Poesia: Amor e Dinheiro


























Amor e Dinheiro

Espaços na mente incompatíveis.
Quase água e óleo sem se misturar.
É dor de quando se entra o dinheiro,
Por outro lado deixa-se de amar. 

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com






18 de ago de 2017

Poesia: Algo como a Felicidade
























Algo como a Felicidade

A Felicidade é algo que pode
Ocorrer quase que despercebida
Contudo, ela jamais vem tarde.
Nunca se faz em nós tardia.

Vem de simples detalhes.
Aquele da espinha arrepiar,
Um estranho frio na barriga,
Um sorriso espontâneo no olhar.

É a certeza do aguardado aproximar
Do mais lindo dos sonhos sem medo.
A vida com braços largos  abraçar
Com carinho pleno e vivo aconchego.

É estar a debruçar nas janelas da alma,
E entender a verdade o quanto faz falta
Não perceber que é dentro de nós
Que a felicidade faz eterna morada.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com