28 de abr de 2017

Poesia: Virtude
























Virtude

É meu mérito!
Não é fácil reconstruir-se,
No meio de um cemitério.

Jorge Jacinto da Silva Jr.





27 de abr de 2017

Poesia: Marcas













Marcas

Os sentimentos se confundem
Quando tudo se resume,
À sinais.

Jorge Jacinto da Silva Jr.



25 de abr de 2017

Poesia: Esta Sua Quietude
























Esta Sua Quietude

Não me vejo mais neste olhar.
Deste caos não consegui ser imune
O Silêncio pode ser este vivo veneno
Que matou aos poucos os sentimentos.

Jorge Jacinto da Silva Jr.








Poesia: O Sábio

























O Sábio

O Grande Sábio
Sabia da verdade,
Mesmo assim,
Uma lenda contou.
Porque nem sempre
As palavras se explicam
Principalmente para quem
Se acha bom entendedor.

Jorge Jacinto da Silva Jr.

Poesia: Dissabores


























Dissabores

Não é ser
desconfiado,
Mas até o doce,
De tão doce
fica amargo!

Jorge Jacinto da Silva Jr.






19 de abr de 2017

Poesia: Sonhos e Desleixos

























Sonhos e Desleixos

Se me julga muito sonhador,
Na minha paz me deixe.
Quero estes meus desleixes e
Embora sejam apenas sonhos,
Só a mim eles pertencem.

Jorge Jacinto da Silva Jr.

Poesia: Isca Viva

























Isca Viva

É fácil acalmar esta fera
Que procura em sua espera
A doçura em mim.

Jorge Jacinto da Silva Jr.


18 de abr de 2017

Poesia: Meu Maior Erro















Meu Maior Erro

Você foi meu maior engano,
Mas não espere que,
Eu chore seu nome.
Para meus sentimentos,
Tenho outros planos.

Jorge Jacinto da Silva Jr.

11 de abr de 2017

Poesia: A Conquista





















A Conquista

Quer me conquistar,
Simples, entenda-me.
Não te peço muito. 
Procuro razões pequenas.
Talvez faça o que jamais
Alguém por mim o fez.
Sinceramente, em tantos
De meus erros me entender.

Jorge Jacinto da Silva Jr.

29 de mar de 2017

Poesia: Óh Bem-te-vi



























Óh Bem-te-vi

Bem-te-vi, óh bem-te-vi,
Cantando sereno no campo
Faz-me perceber que Algo,
Guarda-me cuidando de mim.
É nesta calma de lindo campo
No meu sorriso doce e manso
Que percebo a falta de tranquilidade e tempo
Que as pessoas da cidade reclamam tanto.

É no acalanto silêncio da mata
Que saudade dos queridos me embala.
Partiram pela falta do tempo,
E no romper de seus direitos
Não estão mais por aqui.
Há se o tempo voltasse e o
Bem-te-vi cantasse de novo pra ti.

Bem-te-vi, Óh Bem-te-vi,
Que cuida de mim
Salva-me a sorte
De não encontrar também a morte
Nas mãos de quem não poupa
Na irresponsabilidade seu irmão.
É nesta falta de tempo,
No agir com o desrespeito
Dos direitos de outro alguém.

Bem-te-vi, Óh Bem-te-vi,
Faz-me entender que mesmo
Guardando-me a vida eu corro
Tantos riscos assim
Não por minha culpa no fim.

Bem-te-vi, Óh Bem-te-vi,
Que na beira do riacho,
Ilumina minha mente, eu acho,
Mostrando-me  como o ser humano
Em seus convívios é complicado.
Que nos seus impulsos
Faz muito de errado.

Bem-te-vi, Óh Bem-te-vi,
Como converso com ti.
Hoje na vida tudo são opções.
Aqui minha segurança é realidade.
Está no arreio do cavalo e atenção,
Na cidade o homem
Não usa cinto, não obedece velocidade,
Embriaga-se e anda na contramão.
Bem-te-vi,  Óh Bem-te-vi,
Que fez suas opções
Ser canto que me remete a lembrança
Que Alguém cuida de mim.

Mas é aqui na mata fechada
Onde a caipirada na mesa farta
Bolo de fubá, pão caseiro,
Café fresco à casa perfumada,
A vida aqui simples sorri.
É uma simplicidade requintada
Que ensina e combina com a alma
Que entende que a bondade
Não é simples gentileza
É viver em felicidade.
Bem-te-vi, Óh Bem-te-vi,
Meu bem querer
Que cuida de mim.

Bem-te-vi, Óh Bem-te-vi,
Que me faz observar o azul do céu.
Com seu voo solto, livre é pouco
Como se falasse que a vida é assim.
Sem pressa, com essa calma de seresta.
Bem-te-vi, Óh Bem-te-vi,
Que na varanda florida
No meio dos colibris,
Com a música de viola afinada
Não me faz pensar em mais nada
Bem-te-vi, Óh Bem-te-vi em baile de colibris
Dançam e cantam a vida
E faz-se em Família a felicidade sentir.

Autor: Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com








27 de mar de 2017

Poesia: Paz Interior

















Paz Interior

Precisamos de Paz Interior.
Mesmo que aos seus olhos
Pode ser  até banal e tranquilo,
Contudo, não é nada normal 
Viver a vida no meio 
De tantos conflitos.

Jorge Jacinto da Silva Jr.







Poesia: Vivendo com o Ciúme




















Vivendo com o Ciúme

O ciúme eu aguento.
O que não suporto,
A falta de respeito.

Jorge Jacinto da Silva Jr.