19 de fev de 2018

Poesia: Mudas e Mudanças













Mudas e Mudanças

Com o tempo acabei por perder,
Dentre mudas e mudanças
Meu eu mais lúdico e criança,
Mesmo ainda verde de esperança,
Tive que em mim amadurecer.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com




16 de fev de 2018

Poesia: Meu Sol





















Meu Sol

Sempre fica mais linda a minha vida,
Mesmo nos dias mais conturbados.
Quando aparece completa minha alegria.
És Sol mesmo em meus dias mais nublados.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com





15 de fev de 2018

Poesia: Pais




















Pais

É Amor Incondicional.
De pai e mãe o coração,
São berços do perdão.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com

14 de fev de 2018

Poesia: Viver a Fé






















Viver a Fé

Para quem tem fé
Vive esta verdade,
O que é castigos para uns,
São apenas dificuldades.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com





8 de fev de 2018

Poesia: Estação Vida

























Estação Vida

Pareço às vezes perder tempo
Em meio deste vai e vem.
Penso e repenso na vida,
Enquanto não chega este Trem.
Talvez hoje o principal objetivo
É nem saber se ele foi perdido,
Mas que ainda sua linha existe
No meio destes dias corridos,
E na rotina que em tudo persiste.
Agora sem a mesma pressa,
Esperar sempre o que nos resta
Uma hora ele vai chegar
E sem pedir bilhete embarcamos,
Para nunca mais voltar.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com




7 de fev de 2018

Poesia: Amor de Verdade


























Amor de Verdade

Se for verdadeiro
Que seja por inteiro,
Porque pela metade,
Não há plena verdade.
O que se deve viver
Tem que ser completo
É mais o correto.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com

6 de fev de 2018

Poesia: Liquidificador














Liquidificador

Meus limites sempre me testa,
Extraindo o que de melhor sinto.
Como um liquidificador com filtro
Deixando só o que mais interessa.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com



5 de fev de 2018

Poesia: Pouco Assim

























Pouco Assim

Passe o que passei
E entenderá quem sou.
Veja como eu me vejo
E saberá que o amor
Para mim é simples e tem,
Outros olhos, outros planos
Diferentes dos enganos
Que só eu entendo,
E  eu não me arrependo,
Do que me faz ser quem sou.

Vivo em tramas e dramas.
Desentendo-me por inteiro.
Brigo sozinho na cama
Faço de arma o travesseiro.
Se você é ruim,
Eu sou muito pior sim
E sou assim, pouco assim
Deste meu jeito,
Contido no peito
É  natural  em mim.

Posso não ser um anjo,
Mas faço meu próprio céu.
Não sou nem bom nem mal,
Apenas um rapaz normal .
Este meu lado prático,
Para você pouco sarcástico,
Mas sou eu sincero assim.
Nada além do meu jeito ,
Porque é difícil entender
Que sou um homem perfeito.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com



1 de fev de 2018

Poesia: Desmoronamento

























Desmoronamento

Passível de entender,
Mas não compreendi
Que alguma coisa mudou.

A realidade tem a mesma face
Inalterada quando ignorada,
Talvez daí que veio a dor.

Os pilares afetados pelo orgulho,
Balançavam dando sinal que tudo
Pode em algum momento cair.

E assim, meu mundo sem você desabou.
Não consegui juntar o pouco
Do desestruturado amor que restou.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com





31 de jan de 2018

Poesia: Interminável Alegria
























Interminável Alegria

É Felicidade completa.
Meu corpo inteiro alerta,
A minha alma se alegra,
Meu dia fica em festa,
Com você... Por você.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com




30 de jan de 2018

Poesia: Jamais Sozinho
















Jamais Sozinho

O Amor jamais vem sozinho... 
Depende de nós os sentimentos 
Os quais deixamos entrar 
Para o coração sentir-se sadio.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com



29 de jan de 2018

Poesia: Manicômio
























Manicômio

Para quem nunca conheceu o amor,
Jamais entenderá simples esta insanidade.
Talvez fosse besteira, prisão ou coleira,
Até mesmo qualquer outra bobeira,
Caso de se internar em um hospício.
Nesta bolha controlada e contida
Com as paredes de um quarto colorido
Tão somente do branco e preto
De um bando de pássaros reprimidos,
Entrepostos um a um ao lado do outro.
Aguardando inocentes as primeiras pedras
Para voar ao ar foragidos longe desta espera,
Sem mais motivos para o mesmo lugar voltar.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com