27 de mar de 2015

Poesia: Matemática do Amor






















Matemática do Amor

Amor de mil dias
Ensina-me mil formas
De mil maneiras te amar

Paixão em  fração inteira
Que no meio da noite
No meu quarto vem me esquentar

Romance em expoente elevado
Incógnita de minha felicidade
Conjunto infinito de pensamentos

Amor com ângulos obtusos
Complemento na esfera de meu mundo
A cada contar destes suaves movimentos

Somados e multiplicados
Subtraídos e divididos
Nos entregamos a este comum denominador

Perpendiculares em nossos desejos
Ilimitados a cada porção de beijo
Na matemática do amor

Autor: Jorge Jacinto da Silva Jr







26 de mar de 2015

Poesia: Lúdico


















Lúdico

Por falta de longas pernas
Voo sonhos em nuvens
Na busca de novas ideias.
Aprendi como criança
Que os passos curtos
No caminhar do mundo
São muito mais seguros

Jorge Jacinto da Silva Jr.



Poesia: Reflexo Infinito


















Reflexo Infinito

Volta sobre si mesmo; reflexivo.
Este amor que sobrepõe barreiras.
Mostra-se relutante e verdadeira
Prática de seu perceber no coração.

É carinho sagaz provado à pele,
No despertar de lindas lembranças.
Comporta meus anseios quando se lança
Ao meu corpo com descontrolada emoção.

Se este Amor confesso, fosse definido,
Nada de muito complexo deveria ser.
Talvez comunhão próxima do que sinto.

Assim, nos completamos por inteiros.
Postos frente a frente como espelhos, vivo,
A refletir a eternidade neste sentir infinito.

Autor: Jorge Jacinto da Silva Jr.

Poesia: O Tempo, Tempestade e Temperança













O Tempo, Tempestade e Temperança

Parece ontem 
Todavia eterno 
Porém já passou

Jorge Jacinto da Silva Jr.




25 de mar de 2015

Poesia: Lábios Bandidos











Lábios Bandidos

Anjo Cupido, foi perspicaz...
Deixou suas asas e vestiu-se,
De seus doces Lábios Bandidos.

Jorge Jacinto da Silva Jr.






Poesia: Lua de Setembro























Lua de Setembro

Passou-se quase inútil mais um ano,
E o que era claro como seu iluminar
Tornou-se difícil aceitação de um engano,
Do que se achou fácil um dia concretizar.

A pressão desmedida de uma decisão,
Perturbou com angústia muitos pensamentos.
Uma ansiedade sem igual causou agonia
Ao imaginar livre para viver este amor.

Por este motivo fatal - o tempo,
Pareceu demorar muito mais
Naquele descompassado relógio,
Que contava perdido, horas como dias.

Mas tenho consciência que, graças a isso,
Percebemos o entender desta verdade.
Que nada do que vivido foi em vão,
Porque foi com amor e sinceridade.

Não sei mais se ainda sou quem procura...
Estava eu ciente que um dia tudo muda, e,
Até chegar dezembro será você outra Lua,
E somente o destino saberá o que pode acontecer.

Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior




23 de mar de 2015

Poesia: Loucura Viva




















Loucura Viva

Loucura... é loucura.
Não vejo melhor ou pior,
Maior nem menor.
Apenas, tudo loucura.

O mundo nesta teia
de reais possibilidades,
Cada um vive a sua verdade.

Onde está a loucura então?
Talvez neste desafiar de 
Improbabilidades.

Jorge Jacinto da Silva Jr.