24 de ago de 2017

Poesia: O Amanhã














O Amanhã

O contar do tempo é relativamente pobre,
Principalmente quando se envolvem
Sentimentos perdidos por tola inocência.

Apossa-se da nossa energia mais limpa e pura.
Alimenta-se insaciável da seiva de nossas dúvidas
E neste ciclo passa imperceptível à prudência.

Este amanhã pode ser tão breve que nem exista,
Mesmo que desejemos que ele eterno persista,
Viver é o agora deixando de lado motivos de fuga.

Neste momento o mundo todo está a mudar,
Não devemos sentir auto piedade e nos julgar
Como perdedores de tudo que não aceitamos a luta.

Mesmo que o novo venha com insegurança  no coração
Sendo passível de não entendermos possíveis frustrações,
Não há pressa quando a espera não se entrega ao cansaço.

Sei que um dia haverá  o compreender sem restrições.
Que o amor, por si próprio, explica-se em suas emoções,
Mas não necessariamente no domínio dos seus braços.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com

23 de ago de 2017

Poesia: Súplicas


















Súplicas

Todavia sempre supliquei sua atenção.
Pensei com isso um dia ter seu entendimento,
E não virasse em mim motivo dessa obrigação,
De forçar-te a compreender este meu jeito.

Mas um dia entenderá talvez me procurando,
Onde jamais tentou ousar-se me procurar.
Deixei-te sinais de quanto está me perdendo,
Mas continua nada fazendo para me recuperar.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com



21 de ago de 2017

Poesia: Amor e Dinheiro


























Amor e Dinheiro

Espaços na mente incompatíveis.
Quase água e óleo sem se misturar.
É dor de quando se entra o dinheiro,
Por outro lado deixa-se de amar. 

Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com